Author page: unimed

Rádio e medicina: companheiros de vida do Dr. William

Sempre companheiros: esse é o nome do programa que vai ao ar todas as manhãs de domingo na rádio Mais fm, 93.5, em Araguari na voz do Dr. William. O programa foi criado por ele há cinquenta anos como forma de financiar a faculdade de medicina. “Quando passei no vestibular, meu pai não tinha dinheiro para pagar a faculdade e precisei procurar um emprego. Eu ia nas rádios com vinis debaixo do braço para apresentar as músicas que estavam fazendo sucesso. Foi assim que surgiu a oportunidade de ter o meu próprio programa.”

Conciliar a vida de radialista com a vida de estudante de medicina exigia dedicação do William. As aulas na faculdade começavam de manhã e iam até o início da tarde. Depois, ele ia para um colégio onde dava aula e, à noite ou nos finais de semana, gravava na rádio. “A rotina era cansativa, mas a música fazia com que tudo ficasse mais leve, e aprendi que se queremos algo na vida, precisamos batalhar por isso. Hoje em dia, a internet deixou tudo muito fácil. É preciso lembrar que os sonhos exigem esforço.”

Dr. William, mesmo depois de terminar a faculdade, seguiu como radialista, fiel a sua paixão pela música, companheira de tantos momentos. Em casa, os vinis já são mais de sete mil e o “Sempre companheiros” continua tocando as músicas que marcaram uma geração.

As histórias de um condutor de ambulância

Fazer o bem é uma obra do presente. Foi o que aprendemos com Alexandre, condutor de ambulância na Unimed BH. “Acredito que não podemos ficar pensando em fazer o bem amanhã ou depois. Fazer o bem é sobre o dia de hoje.” Alexandre nos contou que depois de dez anos conduzindo uma ambulância, conheceu histórias que transformaram a vida dele.

“Já vi médicos darem alta para idosos na porta de casa, sem precisar levar para o hospital, porque o que eles precisavam, em tempos que todo mundo está no WhatsApp, era só de afeto, de atenção. Eu me preocupo com isso. Inclusive, fico amigo de várias pessoas que vão sentadas ao meu lado, no banco do passageiro, enquanto dirijo a ambulância para o hospital. O Seu Paulo, por exemplo, depois que o susto com a esposa passou e ela se recuperou, me convidou para tomar um café na casa deles.”

Além de conduzir a ambulância, Alexandre tem outras formas de ajudar o próximo. É integrante da Sociedade do Riso, grupo de palhaços que tem o apoio do Instituto Unimed BH e leva alegria para quartos de hospitais, e do Bloco Saúde, grupo de percussão que faz todo mundo dançar nas praças da cidade e também é patrocinado pela Unimed.

“Tem tanta coisa que a gente pode fazer pelo outro, sabe? Semana passada, por exemplo, foi aniversário de uma médica lá na Unimed. Organizamos uma festa no Boliche. Levei bolo e língua de sogra. Nos divertimos até. Precisamos cuidar do nosso tempo, da nossa vida aqui na terra, cuidando dos outros porque isso é uma forma de cuidar de nós mesmos.”

Uma família que surgiu com o apoio do Bem Viver

Ninguém sonha sozinho. Hoje, Renata Romaniuk, de 33 anos, tem certeza disso. Depois de cinco anos tentando ter um bebê, ela e o marido descobriram que, para conquistar esse sonho, precisariam da ajuda da ciência. Se as economias foram embora com os procedimentos, por outro lado, não existia felicidade maior do que ver o resultado positivo no teste de gravidez. Tudo ocorria como o planejado até que em uma sexta-feira a história teve uma reviravolta.

“Eu estava com cinco meses de gestação. Fui com meu marido em uma peça de teatro e, depois, saímos para comer uma pizza. Na porta da pizzaria, minha bolsa estourou. Corremos para o hospital. Mesmo depois de uma semana em repouso absoluto, foi necessário fazer o parto induzido. Perdi os dois bebês, que nasceram muito prematuros. Meu marido e eu entramos em uma depressão profunda.”

Com a perda dos filhos, o casal começou a participar do Bem Viver, programa de acompanhamento físico e psicológico da Unimed em Sete Lagoas. “Se não fosse o acompanhamento da Kate, psicóloga na Unimed, o apoio nutricional, as meditações guiadas e as todas as pessoas que me acolheram no Bem Viver, acho que não teria me recuperado desse trauma.”

Hoje, Renata está grávida novamente. “Às vezes, temos um sonho e não conseguimos realizá-lo no momento que queremos. Isso não significa que não podemos tirar algum aprendizado da situação. Com essa história, aprendi que não existe nada mais valioso do que o apoio das pessoas. Lá no Bem Viver, estão todos animados com a chegada das gêmeas Maya e Maria Flor. Não tenho dúvidas de que elas terão muitos tios e tias.”

A Mamãe Noel da Unimed

Leio as cartas uma por uma. Alguns pedidos são inusitados. Outras cartas me fazem chorar e não me deixam dormir. Criança que pede Toddynho na geladeira, cesta básica, que a única coisa que quer é que o pai volte para casa”, nos contou Magna Costa, Auxiliar de Relacionamento com o Cliente na Unimed Governador Valadares. ” 

A iniciativa de apadrinhar cartas de crianças enviadas para o Papai Noel começou há dez anos, quando Magna foi até o correio e pegou cinco dessas cartas. Comprou os presentes que as crianças pediram e enviou de volta para elas. Com o passar dos anos, Magna foi levando algumas cartas para os amigos do trabalho que também tinham interesse em ajudar. 

Hoje, a Unimed apoia a iniciativa de Magna e oferece para ela uma sala na empresa, nesta época do ano, para organizar as cartas e os brinquedos depois de passar em cada setor convidando as pessoas para ajudar. Magna também conta com o apoio da família, de amigos e vizinhos. Foi com a ajuda de tanta gente que, neste ano, ela contribuiu para o sonho de 730 crianças no Natal. 

“Eu sempre gostei de ajudar. Perdi meu pai e três irmãos em um acidente. Muita gente me acolheu e me apoiou. Quando eu penso que estou fazendo uma criança feliz, que estou ajudando um pai que não conseguiu comprar material escolar, que fui ponte para que outras pessoas também ajudassem, isso dá sentido para a minha vida. Acho que as crianças são anjos na terra. Todos nós precisamos estender a mão para elas. Transformar a vida de alguém é algo mais perto de nós do que imaginamos.”

Lara ganha Certificado de Bravura no hospital da Unimed

“Eu ganhei um Certificado de Bravura, sabia? Em um papel bem bonito. Eu estava no hospital e as enfermeiras perguntaram se eu estava com medo de tomar o soro e os remédios e eu falei que não. Tinha uma menina no meu quarto chorando, mas acho que quando ela viu que eu tinha ganhado o Certificado, ficou com vontade de ganhar um também e tomou o soro rapidinho.”, nos contou Lara Bastos, de 8 anos, que passou o Dia das Crianças no hospital da Unimed Vale do Aço. 

Já era a terceira vez que a menina ia para o hospital na mesma semana e perdia todas as brincadeiras da Semana das Crianças no colégio. Graças a ação da Unimed, os pequenos que estavam doentes como ela, puderam ficar mais felizes nessa data que acham tão especial. Além do Certificado, Lara também ganhou uma roupa da Mulher Maravilha e um livro da Lady Bug para ler enquanto esperava o tratamento de uma virose. Carinho e atenção que vão além dos cuidados com a saúde e fazem Lara seguir com seu Certificado de Bravura e sem medo de injeção.


O que uma maratona pode ensinar sobre superar desafios

“Para mim, o momento mais crítico da Volta da Pampulha foi nos 12km. Nos meus treinos nunca tinha conseguido passar desse marco. Só que nesse exato momento, um grupo de corredores que levava cadeirantes, o Pernas de Aluguel, passou ao meu lado correndo, com uma energia contagiante. O esforço deles me fez pensar que eu também conseguiria”, nos contou Rosana Chaves, de 52 anos, superintendente de Relacionamento Institucional na Unimed-BH.

Rosana tem o hábito de correr há mais ou menos dez anos, mas foi em 2018, após assistir à Volta da Pampulha, que decidiu se arriscar neste projeto. “Eu pensava que pessoas com o meu biotipo não participavam da prova. Me surpreendi. Vi uma enorme diversidade de pessoas como grávidas, idosos e até crianças. Foi nesse momento que decidi que iria começar 2019 treinando com dedicação para me preparar para a Volta.”

No meio do ano, Rosana já tinha alcançado o marco de 10 km e determinou que a cada 15 dias, tentaria fazer 1 km a mais até conseguir completar os 18 km da Volta da Pampulha. Mesmo tendo se contundido antes de atingir a meta, não desistiu de participar. Fez exercícios para fortalecer a musculatura e seguiu treinando de forma mais moderada.

“Fui para a Volta da Pampulha com o objetivo de dar o meu melhor, mesmo sem saber se conseguiria completar a prova. Alcancei a linha de chegada correndo, com lágrimas nos olhos de felicidade. Aprendi que podemos conquistar tudo que sonhamos desde que tenhamos foco. Para mim, a Volta foi uma renovação de votos para o próximo ano, um compromisso que fiz comigo mesma de viver bem, de cuidar da minha saúde. Acredito que com uma boa saúde, todos os nossos outros objetivos se tornam mais fáceis.”

Grupo formado por diretores e colaboradores da Unimed São Sebastião do Paraíso cria o Plantar Solidariedade

Em um bate-papo com o Histórias que Transformam, Marcel Dizaró Gonçales, controller da cooperativa e gestor do projeto compartilhou conosco um pouco da sua experiência na ação.

“Eu não imaginava que fazer uma horta era tão difícil. A gente fica envolvido nesse mundo tecnológico e esquece como é o trabalho braçal. O trabalho com a natureza, exige paciência. Não é só apertar um botão. Fazer uma horta me lembrou o quanto persistir é fundamental para tudo na vida.” nos contou Marcel.

O Projeto transformou parte do estacionamento que estava ocioso na Unimed em uma horta comunitária com o objetivo de destinar metade da produção a instituições de caridade da região e a outra metade para o produtor que mantém a horta como pagamento pelo seu trabalho. “Chamamos o Robson, que era vizinho de um colaborador da Unimed e estava desempregado, para trabalhar na plantação. Só que não estávamos preparados para a chuva, para as pragas e perdemos quase três meses de trabalho.

Eu comecei a ficar preocupado porque o Robson trabalhava todos os dias na plantação, se dedicava muito, mas ainda não tinha conseguido nenhuma verdura para vender. Ele é um homem muito simples e estava sem dinheiro para sustentar a família. Então, a cooperativa ofereceu um patrocínio e cestas básicas para ele até que se tornasse viável viver da venda das verduras.”

Depois de várias tentativas e muito aprendizado, a horta do Plantar Solidariedade se tornou um sucesso e já conta com quase 20 culturas diferentes, produzidas sistema orgânico, e que estão fazendo parte da alimentação de pessoas em instituições de caridade e provendo renda para o sustento do Robson e sua família.

Segundo Marcel, “Esse projeto também transformou a vida dos colaboradores da Unimed. É muito bom olhar pela janela e se sentir em meio ao verde. Quando estou cansado, vou até a horta, converso com o Robson e volto renovado. Quase todo mundo daqui está comprando verdura com ele e muitos transformaram a sua alimentação graças ao Plantar Solidariedade.”

Silvia Ancelmo toca tambor e manda a tristeza embora no Bloco Saúde da Unimed

“Já tenho até grupo no WhatsApp com outros colaboradores da Unimed que participam do Projeto. Revezamos a carona para os ensaios que acontece nas quintas-feiras e dividimos nossos sonhos e desafios. Isso deixou meu trabalho mais divertido. O Bloco Saúde também transformou a minha vida me tornando uma pessoa menos ansiosa. Quando você precisa tocar, cantar e dançar ao mesmo tempo, não tem como pensar em nenhum problema senão sai do ritmo.”, nos contou Silvia Ancelmo, Assistente Administrativa na Unimed BH.

Este ano, Silvia começou a participar do Bloco Saúde, um grupo de percussão formado por colaboradores da Unimed em parceria com Associação Cultural Tambor Mineiro e com regência de Maurício Tizumba. O Projeto leva música para espaços públicos de forma voluntária e recebe pessoas de todas as idades. 

“Quase todo mundo não tem habilidades musicais quando entra para o Bloco Saúde. Até então, a única experiência que eu já tinha tido com instrumentos foi com um tarol em uma apresentação no colégio. Mas o pessoal do grupo nos mostra como todos nós podemos aprender a tocar tambor. Que a dificuldade que temos, eles também já tiveram.”

Sílvia acredita que todos deveriam criar uma maneira de ter o seu próprio bloco saúde. “Se a gente não se priorizar e buscar algo que nos dá prazer, vai chegar em um ponto que não vamos conseguir fazer nem as obrigações cotidianas. O mundo mudou muito. Recebemos informação o dia inteiro. Precisamos encontrar uma forma de dançar e de se divertir para não adoecer.”

Top