Inovação

Carlos Bracher, artista mineiro, une arte e ciência em inauguração do Hospital Juiz de Fora

O que é arte? O que é ciência? Carlos Bracher, artista plástico mineiro, acredita que as duas áreas do conhecimento podem se unir em um propósito único. Com uma família de pintores e musicistas, a arte está presente na vida de Carlos desde que ele é criança. O artista já ganhou vários prêmios e expôs o seu trabalho em quase todos os países da América do Sul, em vários países da Europa, no Japão, na China e, agora, no Hospital Unimed Juiz de Fora.

Carlos foi convidado para criar uma obra que representasse os valores da Unimed e fizesse parte de uma exposição permanente no Hospital de Juiz de Fora, recentemente inaugurado. Acompanhado de seus pincéis e de sua intuição, a sua maior âncora, Carlos deu cor para a campanha Cuidar da Vida é Uma Arte. Para ele, a arte não está só nos quadros, mas no trabalho de cada médico, de cada enfermeiro, que prolongam a vida, a alegria, as possibilidades de nos transformarmos e alcançar os nossos sonhos.

Talvez, toda arte tenha em comum o início e o final. No início, temos a tecnologia, ou a techné, como diziam os gregos, que pode ser a tinta ou mesmo os aparelhos mais modernos da ciência. No final, temos o belo, um instante que vale por ele mesmo. Com o Carlos, aprendemos que muitas vezes, arte e tecnologia se encontram para cuidar da vida.

Grupo Ateliê Digital, criado por profissional da Unimed, ajuda adultos e idosos com o uso do celular

“Meu filho que me ajudava a mexer no celular, mas aí ele casou e mudou daqui. Eu precisei me virar.”, nos contou a Rachel de Oliveira, 67 anos, participante do Grupo Ateliê Digital. Depois de quatro meses frequentando o Grupo, que se reúne no Espaço Bem Viver e é coordenado por Iago Gonçalves, profissional da Unimed de Sete Lagoas, Rachel já não vê mais o celular como um bicho de sete cabeças.

O Grupo Ateliê Digital foi criado com o intuito de incluir os adultos e os idosos na era da informação, onde a tecnologia é um dos personagens principais. Com cerca de 15 participantes, com uma faixa etária entre 50 a 80 anos, o Grupo aprende a usar as funções online e offline do celular. “Além do apoio que recebemos individualmente, a gente faz amizade com as pessoas do Grupo. Marca até festa, acredita?”, brincou Rachel. O Grupo Ateliê Digital também contribui para a saúde dos participantes e os profissionais envolvidos ensinam os participantes a colocar despertador para lembrar o uso da medicação, agendar lembrete de consulta e solicitar medicamento.

“A primeira tarefa que realizei sozinha foi colocar o despertador. Mas o que mais gostei de aprender foi a mandar mensagem no Whatsapp. Isso me ajudou a ficar mais próxima das minhas amigas e da minha família. Antes, passava muito tempo sem ter notícia deles. Quando a gente não tem esse aplicativo, parece que fica meio fora do mundo, né?”.

Rachel nos contou que quando começou a participar do Ateliê Digital só sabia atender ligações. Agora, já está aprendendo até a mandar foto pelo Whatsapp. “Acho que o que mantém a gente ativo, em qualquer época da vida, é a vontade de aprender algo novo. Quero entender cada vez mais as funções do celular. Só não quero ficar viciada! Ainda bem que sei conciliar a vida real com a tecnologia. Pode parecer caretice, mas é muito importante!” Caretice coisa alguma, Rachel, nós concordamos 100% com você.

Dr. Edelweiss, médico de 69 anos, usa a tecnologia para transformar a vida de seus pacientes

Aos 69 anos e com 40 de profissão, Edelweiss Teixeira, já teve o privilégio de presenciar a evolução do mundo e do seu trabalho. Médico pediatra, cooperado da Unimed de Uberlândia, Edelweiss acredita que a tecnologia, quando bem utilizada, pode ser uma forma de aumentar a conexão entre as pessoas e melhorar o desempenho de profissionais de diversas áreas.

Encontrar o Dr. Edelweiss online no Whatsapp não é uma tarefa difícil, mas quem pensa que ele passa muito tempo procrastinando ou conversando sobre assuntos pessoais no aplicativo, está completamente enganado. Edelweis utiliza o Whatsapp como forma de trabalho e para transformar a vida dos seus pacientes.

Desde 2014, todas as pessoas atendidas em seu consultório recebem um número de Whatsapp através do qual podem ficar em contato com ele, de 6h30h às 22h, caso haja alguma emergência ou dúvida.

“Isso diminui as idas ao consultório e pronto socorro sem necessidade e os pais não perdem períodos de seus trabalhos. Na minha opinião, a tecnologia veio para facilitar no processo de diagnóstico e na conduta dos procedimentos terapêuticos. “, comentou.

Apesar de estar quase aposentando, não falta energia para Edelweiss. Além de atender presencialmente em seu consultório em Uberlândia de 13h às 19h, também atende de 11 até 32 pessoas por dia através do aplicativo e diz que a iniciativa tem sido positiva não só para os pais das crianças: “Conquistei novos pacientes pela praticidade das respostas no aplicativo, pela confiabilidade e acerto nas condutas, baseados principalmente na experiência de 32 anos de pronto socorro, de 28 salas de parto e de 13.400 assistências neonatal. ” Dr. Edelweiss também comentou que a orientação através do aplicativo tem que ser oferecida de forma responsável pelo médico e em situações pontuais, “ajuda muito para esclarecer dúvidas após uma boa entrevista, mas nunca irá substituir o olho no olho e o toque no corpo”.

Reconhecido como uma boa pessoa e um excelente médico, Dr. Edelweiss tem orgulho de ser cooperado da Unimed há 38 anos e contou que sonha em ajudar todos que o procuram independentemente da situação financeira das pessoas. “Depois de aposentar, quero atender mães em creches e periferias e terei tempo para pescar e curtir meus netos. Acredito que continuarei sem assistir novela e Netflix.” Dr. Edelweiss é um exemplo sobre como a tecnologia pode ser utilizada não só como forma de comunicação e entretenimento, mas também para transformar para melhor a vida das pessoas. Mesmo estando de férias, em Alagoas, Edelweiss fez questão de dividir a história dele com a gente – até mandou uma foto da praia em que estava, e de manter as orientações pelo aplicativo.

Realidade virtual transforma exames em sinônimo de diversão para as crianças

Quem tem medo de agulha? Se até para os adultos é comum sentir o coração bater mais rápido no momento de tomar uma injeção ou fazer um exame de sangue, imagine para as crianças. Entrar no laboratório sem chorar é praticamente uma missão impossível. Foi pensando no conforto e tranquilidade das crianças que a Unimed Três Vales resolveu mudar o final dessa história e adotou a realidade virtual como forma de tornar o momento do exame menos sofrido e, até mesmo, sinônimo de diversão para as crianças.

A experiência começa quando, ao entrar no laboratório da Unimed, a criança coloca os óculos de realidade virtual. A partir de um sistema computacional, os óculos criam um ambiente simulado com efeitos visuais, sonoros e táteis que ajudam na imersão da criança em uma história fantástica. Acompanhando o roteiro nesse universo mágico, a criança esquece do medo da agulha e o exame pode ser feito com tranquilidade, muitas vezes, sem que ela nem mesmo perceba que já acabou.

“Eu estava em um desenho sobre o espaço e tinha que fugir pela rota certa”, contou João Pedro Apolinário, 9 anos, que já participou do atendimento. “A história me ajudou a ficar com menos medo. Eu adorei a última parte que tinha que acionar um raio laser!”, lembrou.

A iniciativa também facilita a vida dos pais que não precisam mais se preocupar em distrair as crianças no momento da agulhada ou mesmo se esforçar para convencê-las a ir até o hospital.

“Como mãe, a gente fica muito satisfeita porque toda vez que a criança vai tirar sangue ou fazer qualquer tipo de exame, eles ficam nervosos e choram. Quando o João Pedro chegou em casa todo animado contando para os irmãos da história e dos óculos de realidade virtual, eles ficaram com vontade de participar da experiência. Foi muito bacana”, contou Macine, mãe de Pedro.

Desde que o sistema de realidade virtual foi inaugurado no laboratório de Três Vales, os exames de sangue se tornaram muito mais divertidos e estão conquistando não só os pequenos. Já tem muito adulto com vontade de viver essa experiência e, de quebra, driblar o seu medo também.

Assista a um trecho do vídeo que as crianças vivenciam no momento do exame:

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