Pacientes

Vanderlice, paciente da Unimed, descobre como encontrar tempo para mudar um hábito

Professora de inglês na Universidade Federal de Ouro Preto e responsável por projetos de educação em escolas públicas da cidade, Vanderlice Sól tem centenas de alunos que acompanha com muito carinho, é casada e tem três filhos. Aos 42 anos, ela sentia que só precisava de mais tempo para cuidar da sua vida pessoal.

Disponibilidade para fazer o famoso check-up? Nem nos sonhos! Ainda assim, Vanderlice pensava estar saudável. Só suspeitou que havia algo de errado quando começou a ter um cansaço anormal. Ao perceber que não poderia mais escapar dos exames de rotina, marcou uma consulta. Os resultados não foram tão bons. Abalada, ela decidiu fazer algumas mudanças de hábitos: parou de comer carne, cortou os alimentos que mais gostava, mas nada adiantou. Os resultados dos exames não apresentaram melhoras significativas.

Para tratar o problema, Vanderlice frequentou cardiologistas, nutrólogos, fez tratamento de homeopatia e participou de várias palestras sobre saúde na Unimed de Ouro Preto. Sempre incentivada pelo seu marido, Núncio, que é médico cooperado pela Unimed, e principalmente pela vontade de transformar a sua saúde, Vanderlice decidiu fazer algo que fosse prazeroso e que resultasse em qualidade de vida.

Já que vivia correndo na vida, calçou um par de tênis e começou a caminhar. Mesmo nos dias em que estava muito cansada, persistiu. Aos poucos, ganhou preparo e a caminhada virou corrida. Concorrendo, Vanderlice sentiu-se em casa. Desde então, nunca mais parou. Participou de campeonatos e maratonas em outras cidades. Fez trilhas na natureza e já completou percursos de mais de 20 km.

Com a corrida, ela medita, escuta música, pensa sobre a vida, planeja poemas e finalmente encontrou tempo para si mesma. Ao focar na saúde e não na doença, Vanderlice descobriu algo poderoso. Mudar um hábito vai além de um prontuário médico. É começar uma jornada tão prazerosa que o percurso torna-se mais interessante do que o destino.

Se antes Vanderlice não tinha tempo nem para um check-up, agora, que está literalmente correndo, encontrou tempo até para escrever poemas e pretende publicar um livro:

“Corrida e tempo

Corre o tempo

Corre a vida

Vida corrida

Vivo correndo

Corro vivendo

Por que não correr?

Ganho vida e tempo!”

Vanderlice Sól

Rosa Cunha, uma mulher acompanhada por treze médicos e vários anjos

Rosa sonhava em escrever um livro que mudasse a vida das pessoas, mas não sabia qual história contar. Foi então que, em 2017, sua vida começou a mudar e, com isso, sua história de vida também.

Uma inflamação no olho levou Rosa ao médico. Como o problema sempre voltava, ela foi encaminhada para outro especialista. Desde então, surgiram problemas na pele, no pulmão, na orelha, nos ossos, na garganta… Rosa passou por doze especialistas. Até médicos dos Estados Unidos estavam debruçados sobre o caso.

Quase dois anos depois do primeiro sintoma, o décimo segundo médico desvendou o mistério: Granulomatose de Wegener, uma doença que aparece em uma a cada um milhão de pessoas. Rosa não desanimou. Pelo contrário, transformou a dificuldade em brincadeira. Contou que nunca teve a mesma sorte para ganhar na loteria.

Foi a partir dessa experiência que nasceu seu livro O Décimo Terceiro Médico, no qual Rosa fala sobre os anjos que apareceram nesse momento. Cíntia, colaboradora da Unimed Gerais de Minas, foi um deles. Ela marcou todos os exames da Rosa, mais de 130. Passava horas fazendo ligações para conseguir a melhor data e hospital.

Se apareceram tantos anjos na vida de Rosa, talvez tenha sido porque em momento algum ela tirou o sorriso do rosto. Não é à toa que na Rádio Liderança, o programa dela é o que tem mais ibope, com ouvintes até da Nova Zelândia! A cada episódio que nos contava, como quando comentou com o médico que não sabia como ainda não tinha morrido, Rosa soltava uma gargalhada e nos ensinava sobre a importância de lidar bem com os problemas.  E para isso ela dá a receita: “sabedoria e fé”.

Déborah Araújo cuidou de sua mãe durante uma longa doença e nos ensinou sobre carinho e dedicação

“Onde há música não pode haver maldade.”, disse Miguel de Cervantes certa vez e logo nos lembramos da frase do escritor quando escutamos a história de Déborah e de sua mãe, Vera. “A gente gostava muito de ouvir música juntas. Eu abria o aplicativo de música e ora ela, ora eu, escolhia a música que íamos ouvir. Ela queria ouvir músicas do passado e os olhinhos dela brilhavam. Ela tinha uns olhinhos azuis lindos. E aí a gente esquecia da dor, do sofrimento, porque os olhos dela brilhavam de alegria. E os meus também, né?”, nos contou Déborah.

Durante dez anos cuidando de sua mãe, que teve um primeiro câncer em 2008, curado, e um segundo câncer em 2013, que se espalhou pelo corpo, Déborah nos ensinou sobre amor, fé e dedicação. “Alimentei, cuidei das feridas, estive com ela em todas as sessões de quimioterapia e em todas as internações. A mamãe era uma guerreira, uma otimista. Queria muito viver, ver os netos se formando, o pequenino indo para a escola.”, nos contou Déborah com a voz emocionada.

Quando tratava do segundo câncer, Vera fez uma cirurgia e teve complicações durante a operação. Seria necessário esperar as próximas 72 horas para saber se ela iria resistir e Déborah se lembrou de como foi surpreendida:

“Eu estava no quarto esperando a mamãe, mas como ela foi para o CTI e não é permitido ficar lá, tive que deixá-la sozinha. No dia seguinte, quando voltei, mamãe estava cantando com os enfermeiros. Toda entubada, cheia de aparelhos, nos olhou e disse: eu vou sair dessa. Todo mundo estava encantando com a força de vontade que ela tinha e o médico nos falou que estava surpreso com o quadro.”

Quando os tratamentos pararam de surtir efeito, Déborah, junto com a equipe de médicos, decidiu que seria melhor deixar Vera partir. “A equipe da Unimed Barbacena foi fundamental durante todo o processo da doença. Mamãe ficava esperando as visitas, sempre queria mostrar que estava melhorando. Eu sou profundamente grata a todos. Mas, ah, o Doutor Rodrigo… Quando a mamãe veio pra casa em estágio terminal, para cumprir a sua jornada aqui, o Dr. Rodrigo conversou comigo com tanto carinho. Ele  tem todo o meu respeito e admiração.”

Ao compartilhar a sua história com a gente, Déborah deixou uma lembrança para todos que passam por um momento parecido: “Diga para a pessoa que você cuida, que tudo vai passar, que você estará sempre ao lado dela. Eu sinto que a mamãe está em paz. E eu estou bem por ter feito o meu melhor.”


Angela Ferreira, participante do Projeto Abraço da Unimed, conta a sua história com o câncer

“Eu faço mamografia desde os 35 anos e em 2012, quando eu tinha 46, pela primeira vez, me pediram um exame de biópsia. Quando eu soube que isso seria necessário, eu tive a sensação que o chão estava se abrindo. Eu liguei pro meu marido, ele estava trabalhando, e tudo que eu queria era que ele tivesse asas para chegar o quanto antes.”, nos contou Angela Maria Ferreira.

Com o resultado positivo da biópsia, Angela ficou desesperada: “Eu vi aquilo como uma sentença de morte”. Foram vários momentos difíceis durante o tratamento e ela nos contou que sem o apoio da sua filha Jordana e da família teria sido impossível. Quando começou a quimioterapia, houve uma história que a marcou profundamente: “Estava ventando muito e meu filho passou a mão no colinho dele para eu não ver que o cabelo tinha começado a cair.”

Angela procurou por um salão que não tivesse muita gente e disse que quando o último fio caiu no chão ela pensou que não poderia cair junto. Secou as lágrimas e foi para a casa.

“Meu porteiro não me reconheceu e eu precisei provar que era do apartamento 2. Isso me abalou, mas quando encontrei meu marido e tirei o lenço, ele falou: você está linda. Ele foi, e é, um namorado, amigo, confidente. Meu marido é tudo para mim.”

Para Angela, outro anjo que apareceu em sua vida foi a Raquel Rapallo, que a convidou para participar do Projeto Abraço, feito com o apoio da Unimed Inconfidentes. O Projeto é voluntário e apoia mulheres com câncer através da participação de pessoas que já passaram pelo tratamento, de médicos, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais da área de saúde. “Se eu pudesse participar daquele quadro de gratidão do Fantástico, eu faria a minha homenagem para a Raquel. Nunca vou esquecer o que ela fez por mim e a minha história no Projeto Abraço.”

Hoje, recuperada da doença, Angela completou um curso de magistério e sonha em ser Psicopedagoga. Também ficou muito feliz quando a convidamos para participar do Histórias que Transformam, pois sabe da importância de inspirar outras pessoas e mostrar que a recuperação é possível. Até deixou um recado para quem enfrenta o câncer: “Durante o tratamento, o medo está constantemente próximo, mas a fé precisa estar ainda mais perto. Foi isso o que mais me ajudou. Eu disse para os meus filhos que eu ia ser forte. Eles confiaram em mim e eu fiquei bem.”

Grupo Ateliê Digital, criado por profissional da Unimed, ajuda adultos e idosos com o uso do celular

“Meu filho que me ajudava a mexer no celular, mas aí ele casou e mudou daqui. Eu precisei me virar.”, nos contou a Rachel de Oliveira, 67 anos, participante do Grupo Ateliê Digital. Depois de quatro meses frequentando o Grupo, que se reúne no Espaço Bem Viver e é coordenado por Iago Gonçalves, profissional da Unimed de Sete Lagoas, Rachel já não vê mais o celular como um bicho de sete cabeças.

O Grupo Ateliê Digital foi criado com o intuito de incluir os adultos e os idosos na era da informação, onde a tecnologia é um dos personagens principais. Com cerca de 15 participantes, com uma faixa etária entre 50 a 80 anos, o Grupo aprende a usar as funções online e offline do celular. “Além do apoio que recebemos individualmente, a gente faz amizade com as pessoas do Grupo. Marca até festa, acredita?”, brincou Rachel. O Grupo Ateliê Digital também contribui para a saúde dos participantes e os profissionais envolvidos ensinam os participantes a colocar despertador para lembrar o uso da medicação, agendar lembrete de consulta e solicitar medicamento.

“A primeira tarefa que realizei sozinha foi colocar o despertador. Mas o que mais gostei de aprender foi a mandar mensagem no Whatsapp. Isso me ajudou a ficar mais próxima das minhas amigas e da minha família. Antes, passava muito tempo sem ter notícia deles. Quando a gente não tem esse aplicativo, parece que fica meio fora do mundo, né?”.

Rachel nos contou que quando começou a participar do Ateliê Digital só sabia atender ligações. Agora, já está aprendendo até a mandar foto pelo Whatsapp. “Acho que o que mantém a gente ativo, em qualquer época da vida, é a vontade de aprender algo novo. Quero entender cada vez mais as funções do celular. Só não quero ficar viciada! Ainda bem que sei conciliar a vida real com a tecnologia. Pode parecer caretice, mas é muito importante!” Caretice coisa alguma, Rachel, nós concordamos 100% com você.

Paratleta Marcelo Carmessano, patrocinado pela Unimed, é destaque em competições de canoagem

Apesar de sempre ter adorado praticar exercícios físicos, a ligação de Marcelo Carmessano com o esporte se tornou ainda maior depois de ter sofrido um acidente aos 36 anos. “Eu estava no rancho e pulei do píer. Minha cabeça bateu no fundo do rio. Quebrei a quinta vértebra da coluna cervical. Foi uma grande luta para os médicos me manter vivo. Depois de mais de 70 dias no hospital, saí de lá sem nenhum movimento do pescoço para baixo e sem perspectiva de melhoras.”.

Nessa época, Marcelo trabalhava como vendedor de laticínios em São Paulo e, nos finais de semana, tocava em bares e restaurantes da cidade. Com as consequências do acidente, ele precisou modificar todo o seu estilo de vida e encontrou no esporte adaptado uma forma de reabilitação. Dentre todos os esportes que conheceu, a vela e a canoagem fizeram o coração de Marcelo bater mais forte, e depois de quatro anos treinando, em 2013, ele participou do seu primeiro campeonato de canoagem. Desde então, já conquistou quatro vezes o Campeonato Mineiro, três vezes a Copa Brasil e três vezes o Campeonato Brasileiro no estilo canoagem adaptada. Hoje, também participa de provas de longa distância, no paraciclismo. Com uma cadeira de rodas adaptada, percorre trechos de até 25 quilômetros.

Desde o acidente, Marcelo vivenciou muitas dificuldades, mas também inúmeras conquistas: “Tive que reaprender a escrever, comer, me vestir sozinho. Reconquistei  o meu lugar na sociedade, construí uma nova família, conquistei títulos importantes. Hoje, sonho em participar dos Jogos Paralímpicos, que acontecerão em 2020 em Tokio.”. Para conquistar mais esse sonho, Marcelo tem se preparado bastante e a Unimed tem apoiado o paratleta financeiramente.

“Sem o apoio da Unimed, eu não conseguiria estar em todos esses eventos esportivos e também não seria possível me preparar tão bem, fazendo academia, natação, fisioterapia e  vários outros treinos. Sem a Unimed, eu não teria a minha equipe e sem equipe, não existe atleta.”

A história do Marcelo é uma lição sobre perseverança e transformação. E como ele mesmo disse: “Os obstáculos e dificuldades estão presentes na vida de todos e não só para as pessoas com algum tipo deficiência. Basta ter vontade para superar qualquer pedra que estiver no caminho.”


Remoção da aeromédica transforma a vida de pai e filho

Acácio da Fonseca e sua esposa, Clara Gonçalves, estavam em Silvianópolis, MG, quando o filho deles começou a dar sinais de que iria nascer longe de casa, com um mês de antecedência. O receio dos pais se transformou em um problema real quando eles perceberam que o hospital de Silvianópolis não teria condições de tratar o filho deles.  Ao aspirar água do parto, Gabriel teve uma infecção no pulmão e precisava ser levado até uma UTI infantil com urgência. No entanto, a UTI infantil mais próxima ficava em Poços de Caldas e para chegar até lá, eram cento e cinquenta quilômetros na estrada.

Acácio percebeu que provavelmente aquele seria o momento mais desafiador de sua história. A vida de Gabriel estava em risco e ele não estava disposto a perdê-lo: “Quando descobri que teria um filho, foi uma alegria infinita. Compartilhei a novidade com todo mundo. Só não coloquei na televisão e no rádio porque não tinha como.”

Acácio estava angustiado, com muitas dúvidas sobre o que fazer quando entrou em contato com o atendimento de urgência da Unimed.

“Eu queria pedir uma ambulância para resgate, mas a Marisa, responsável pelo atendimento na Aeromédica, me disse que devido a situação da criança e as condições da estrada, seria necessário um remoção por via aérea. Eu nem sabia como isso funcionava. Fiquei sem chão. Para realizar a remoção, foram envolvidos mais de vinte profissionais. A Marisa fez tudo com uma sincronia perfeita. Ela faz parte da minha história e, agora, já somos amigos há dezesseis anos.”.

Ao chegarem em Poços de Caldas, Gabriel foi tratado e ficou três dias na UTI antes de ir para o quarto. E é claro que depois de toda essa aventura, Acácio não perdeu mais um minuto ao lado de seu filho: “Eu tirei licença do trabalho e fiquei com ele todos os dias no quarto. No primeiro dia, eu reparei como a enfermeira dava banho nele. No segundo dia, eu mesmo fiz tudo. Quando a enfermeira voltou, eu já estava dando a mamadeira para o Gabriel. Ninguém acreditou. Eu fiquei famoso no hospital.”

Hoje, Gabriel está com dezesseis anos e a sua conexão com o pai continua inspirando as pessoas. Já jogaram muito futebol, pescaram, passaram os finais de semana no sítio… tornaram-se melhores amigos. E, claro, Acácio se emociona com o dia da remoção do filho até hoje: “Sempre que conto essa história meus olhos se enchem de água, minha voz falha, é como se estivesse revivendo o momento”. Talvez, inspirado pela própria história, hoje, Gabriel, que está cursando o segundo ano do ensino médio, sonha em ser médico. Acácio ficou orgulhoso com a decisão e, sobretudo, com quem o filho está se tornando: “Eu consegui criar um filho que é uma pessoa boa, que vai melhorar a vida de muita gente, assim como meus pais fizeram comigo.”

Casal do programa Idoso Bem Cuidado é inspiração para quem quer continuar aproveitando a vida na terceira idade

Ana Maria Silva e Joaquim Reinaldo Araújo são casados há 43 anos e a chegada da terceira idade não diminuiu o ânimo do casal, que nos ensinou lições valiosas. Bióloga de formação, Ana Maria hoje tem 63 anos e trabalhou como professora enquanto seu marido, hoje com 72, exercia a função de bancário. Em 2013, os dois decidiram que era o momento de ter uma vida mais tranquila e aproveitar a recém conquistada aposentadoria. Mas quem pensa que desde então eles passam todos dias de pernas para o ar está muito enganado. Participantes do programa Idoso Bem Cuidado, da Unimed, eles fazem de tudo para se manterem em forma, fisicamente e mentalmente.

“Eu nunca imaginei que um programa pudesse atender tanto às nossas necessidades. No Idoso Bem Cuidado, a gente pratica exercícios físicos para a terceira idade, joga palavras cruzadas, que ajuda muito na memória, participa do bingo e das festas de datas comemorativas, como festa junina e carnaval. Conhecemos muita gente! Gente que antes era desconhecida e hoje virou da família, sabe?”, nos contou Ana.  

Manter-se com a saúde boa foi a maneira que o casal encontrou para continuar aproveitando a vida: “Queremos estar em forma para viajar, porque não há coisa melhor. Recentemente, fomos para Vila Velha por uma empresa que começamos a trabalhar. Você acredita que começamos a trabalhar na empresa há cinco meses? Queremos ficar bem espertinhos para continuar alcançando as metas da empresa e viajar ainda mais.”

Nós ficamos encantados com a parceria desse casal e com o quanto eles estão aproveitando a vida na terceira idade. E é claro que eles deixaram algumas dicas para os jovens envelhecerem bem: “Tem que manter uma dieta saudável, fumar nem pensar e tentar não beber muito. Para um relacionamento duradouro assim? Menina, tem que amar muito, ser compreensivo, paciente e principalmente ter diálogo.”

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