Dizem que toda pessoa deveria plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Quando se trata de plantar árvores, o Dr. Paulo, cardiologista na Unimed Inconfidentes, está não só fazendo a sua parte, como também incentivando outras pessoas. “A primeira árvore que plantei foi um pé de ameixa. Eu tinha sete anos e minha tia me deu uma semente. Foi aí que começou o meu amor pela terra. Nunca mais parei de plantar e, atualmente, faço projetos de ecologia em algumas  Instituições. 

Na comemoração dos 50 anos da Universidade Federal de Ouro Preto, onde sou médico, participei da ideia de plantar 50 mudas no terreno. Estávamos sem funcionários de jardinagem e muita gente achou que não ia dar certo. O projeto só está ganhando vida porque cada professor apadrinhou uma árvore. Fizeram o plantio da muda e todos os dias passam para molhar a terra. Tem aluno de outros cursos que chegam para conversar comigo porque também querem começar a plantar no campus onde estudam. Quando cada pessoa faz a sua parte, é bem mais fácil de transformar o mundo, mesmo que aos pouquinhos.”

Dr. Pauto acredita que cuidar de plantas está diretamente conectado com o ofício da medicina e que essa atividade pode, e deve, fazer parte do cotidiano de todas as pessoas. “Plantar uma árvore pode transformar a nossa vida em inúmeros sentidos. Primeiramente, é uma forma de cuidar da nossa saúde. Quando trabalhamos com a terra, conseguimos descarregar as energias que acumulamos ao longo do dia. 

Além disso, ver uma árvore crescer é uma lição de paciência. Isso muda a nossa relação com as pessoas e com os acontecimentos. Aprendemos a esperar. Inclusive, porque perto da natureza, é mais fácil de entender quem somos. E, é claro, que plantar uma árvore também é uma maneira de deixar um legado. Algumas árvores são centenárias. A gente fala muito de meio ambiente e esquece que fazemos parte desse meio ambiente. Precisamos cuidar dele para nós e para as próximas gerações.”

Ver comentáriosFechar comentários

Deixe seu comentário

Top