“Para mim, o momento mais crítico da Volta da Pampulha foi nos 12km. Nos meus treinos nunca tinha conseguido passar desse marco. Só que nesse exato momento, um grupo de corredores que levava cadeirantes, o Pernas de Aluguel, passou ao meu lado correndo, com uma energia contagiante. O esforço deles me fez pensar que eu também conseguiria”, nos contou Rosana Chaves, de 52 anos, superintendente de Relacionamento Institucional na Unimed-BH.

Rosana tem o hábito de correr há mais ou menos dez anos, mas foi em 2018, após assistir à Volta da Pampulha, que decidiu se arriscar neste projeto. “Eu pensava que pessoas com o meu biotipo não participavam da prova. Me surpreendi. Vi uma enorme diversidade de pessoas como grávidas, idosos e até crianças. Foi nesse momento que decidi que iria começar 2019 treinando com dedicação para me preparar para a Volta.”

No meio do ano, Rosana já tinha alcançado o marco de 10 km e determinou que a cada 15 dias, tentaria fazer 1 km a mais até conseguir completar os 18 km da Volta da Pampulha. Mesmo tendo se contundido antes de atingir a meta, não desistiu de participar. Fez exercícios para fortalecer a musculatura e seguiu treinando de forma mais moderada.

“Fui para a Volta da Pampulha com o objetivo de dar o meu melhor, mesmo sem saber se conseguiria completar a prova. Alcancei a linha de chegada correndo, com lágrimas nos olhos de felicidade. Aprendi que podemos conquistar tudo que sonhamos desde que tenhamos foco. Para mim, a Volta foi uma renovação de votos para o próximo ano, um compromisso que fiz comigo mesma de viver bem, de cuidar da minha saúde. Acredito que com uma boa saúde, todos os nossos outros objetivos se tornam mais fáceis.”

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