Fazer o bem é uma obra do presente. Foi o que aprendemos com Alexandre, condutor de ambulância na Unimed BH. “Acredito que não podemos ficar pensando em fazer o bem amanhã ou depois. Fazer o bem é sobre o dia de hoje.” Alexandre nos contou que depois de dez anos conduzindo uma ambulância, conheceu histórias que transformaram a vida dele.

“Já vi médicos darem alta para idosos na porta de casa, sem precisar levar para o hospital, porque o que eles precisavam, em tempos que todo mundo está no WhatsApp, era só de afeto, de atenção. Eu me preocupo com isso. Inclusive, fico amigo de várias pessoas que vão sentadas ao meu lado, no banco do passageiro, enquanto dirijo a ambulância para o hospital. O Seu Paulo, por exemplo, depois que o susto com a esposa passou e ela se recuperou, me convidou para tomar um café na casa deles.”

Além de conduzir a ambulância, Alexandre tem outras formas de ajudar o próximo. É integrante da Sociedade do Riso, grupo de palhaços que tem o apoio do Instituto Unimed BH e leva alegria para quartos de hospitais, e do Bloco Saúde, grupo de percussão que faz todo mundo dançar nas praças da cidade e também é patrocinado pela Unimed.

“Tem tanta coisa que a gente pode fazer pelo outro, sabe? Semana passada, por exemplo, foi aniversário de uma médica lá na Unimed. Organizamos uma festa no Boliche. Levei bolo e língua de sogra. Nos divertimos até. Precisamos cuidar do nosso tempo, da nossa vida aqui na terra, cuidando dos outros porque isso é uma forma de cuidar de nós mesmos.”

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