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Dr. Edelweiss, médico de 69 anos, usa a tecnologia para transformar a vida de seus pacientes

Aos 69 anos e com 40 de profissão, Edelweiss Teixeira, já teve o privilégio de presenciar a evolução do mundo e do seu trabalho. Médico pediatra, cooperado da Unimed de Uberlândia, Edelweiss acredita que a tecnologia, quando bem utilizada, pode ser uma forma de aumentar a conexão entre as pessoas e melhorar o desempenho de profissionais de diversas áreas.

Encontrar o Dr. Edelweiss online no Whatsapp não é uma tarefa difícil, mas quem pensa que ele passa muito tempo procrastinando ou conversando sobre assuntos pessoais no aplicativo, está completamente enganado. Edelweis utiliza o Whatsapp como forma de trabalho e para transformar a vida dos seus pacientes.

Desde 2014, todas as pessoas atendidas em seu consultório recebem um número de Whatsapp através do qual podem ficar em contato com ele, de 6h30h às 22h, caso haja alguma emergência ou dúvida.

“Isso diminui as idas ao consultório e pronto socorro sem necessidade e os pais não perdem períodos de seus trabalhos. Na minha opinião, a tecnologia veio para facilitar no processo de diagnóstico e na conduta dos procedimentos terapêuticos. “, comentou.

Apesar de estar quase aposentando, não falta energia para Edelweiss. Além de atender presencialmente em seu consultório em Uberlândia de 13h às 19h, também atende de 11 até 32 pessoas por dia através do aplicativo e diz que a iniciativa tem sido positiva não só para os pais das crianças: “Conquistei novos pacientes pela praticidade das respostas no aplicativo, pela confiabilidade e acerto nas condutas, baseados principalmente na experiência de 32 anos de pronto socorro, de 28 salas de parto e de 13.400 assistências neonatal. ” Dr. Edelweiss também comentou que a orientação através do aplicativo tem que ser oferecida de forma responsável pelo médico e em situações pontuais, “ajuda muito para esclarecer dúvidas após uma boa entrevista, mas nunca irá substituir o olho no olho e o toque no corpo”.

Reconhecido como uma boa pessoa e um excelente médico, Dr. Edelweiss tem orgulho de ser cooperado da Unimed há 38 anos e contou que sonha em ajudar todos que o procuram independentemente da situação financeira das pessoas. “Depois de aposentar, quero atender mães em creches e periferias e terei tempo para pescar e curtir meus netos. Acredito que continuarei sem assistir novela e Netflix.” Dr. Edelweiss é um exemplo sobre como a tecnologia pode ser utilizada não só como forma de comunicação e entretenimento, mas também para transformar para melhor a vida das pessoas. Mesmo estando de férias, em Alagoas, Edelweiss fez questão de dividir a história dele com a gente – até mandou uma foto da praia em que estava, e de manter as orientações pelo aplicativo.

Paratleta Marcelo Carmessano, patrocinado pela Unimed, é destaque em competições de canoagem

Apesar de sempre ter adorado praticar exercícios físicos, a ligação de Marcelo Carmessano com o esporte se tornou ainda maior depois de ter sofrido um acidente aos 36 anos. “Eu estava no rancho e pulei do píer. Minha cabeça bateu no fundo do rio. Quebrei a quinta vértebra da coluna cervical. Foi uma grande luta para os médicos me manter vivo. Depois de mais de 70 dias no hospital, saí de lá sem nenhum movimento do pescoço para baixo e sem perspectiva de melhoras.”.

Nessa época, Marcelo trabalhava como vendedor de laticínios em São Paulo e, nos finais de semana, tocava em bares e restaurantes da cidade. Com as consequências do acidente, ele precisou modificar todo o seu estilo de vida e encontrou no esporte adaptado uma forma de reabilitação. Dentre todos os esportes que conheceu, a vela e a canoagem fizeram o coração de Marcelo bater mais forte, e depois de quatro anos treinando, em 2013, ele participou do seu primeiro campeonato de canoagem. Desde então, já conquistou quatro vezes o Campeonato Mineiro, três vezes a Copa Brasil e três vezes o Campeonato Brasileiro no estilo canoagem adaptada. Hoje, também participa de provas de longa distância, no paraciclismo. Com uma cadeira de rodas adaptada, percorre trechos de até 25 quilômetros.

Desde o acidente, Marcelo vivenciou muitas dificuldades, mas também inúmeras conquistas: “Tive que reaprender a escrever, comer, me vestir sozinho. Reconquistei  o meu lugar na sociedade, construí uma nova família, conquistei títulos importantes. Hoje, sonho em participar dos Jogos Paralímpicos, que acontecerão em 2020 em Tokio.”. Para conquistar mais esse sonho, Marcelo tem se preparado bastante e a Unimed tem apoiado o paratleta financeiramente.

“Sem o apoio da Unimed, eu não conseguiria estar em todos esses eventos esportivos e também não seria possível me preparar tão bem, fazendo academia, natação, fisioterapia e  vários outros treinos. Sem a Unimed, eu não teria a minha equipe e sem equipe, não existe atleta.”

A história do Marcelo é uma lição sobre perseverança e transformação. E como ele mesmo disse: “Os obstáculos e dificuldades estão presentes na vida de todos e não só para as pessoas com algum tipo deficiência. Basta ter vontade para superar qualquer pedra que estiver no caminho.”


Com 60 anos de profissão, Dra. Nilza foi uma das primeiras médicas em sua cidade e atende até hoje

Crédito da foto: Paulo Lúcio

“Depois que a gente fica velho, a gente fica famoso.”, disse a Dra. Nilza Martinelli, que tem 84 anos e 60 de profissão, enquanto comentava como a história dela não tem nada de mais. No entanto, nisso, nós certamente discordamos. Além de ser uma senhora muito simpática, dessas que a gente tem vontade de passar horas conversando, ela foi aluna da primeira turma do curso de medicina da faculdade de Uberaba – MG e presenciou a fundação da Unimed, feita por colegas que eram um pouco mais velhos do que ela.

A Dra. Nilza nos contou que quando ela entrou para a faculdade de medicina, em 1954, havia apenas mais duas mulheres na sala. “Apesar de ser uma época difícil para as mulheres, eu tive muito apoio dos meus pais, dos professores, colegas de sala e a cidade também foi super receptiva.” Especializada em ginecologia e obstetrícia, cooperada da Unimed há 50 anos e atuante na profissão até hoje, a Dra. Nilza acredita que o mais importante para ter sucesso profissional é fazer algo que você ama.

“Também é fundamental se dedicar muito. Eu abandonei o piano para estudar medicina. Mas é claro que é preciso equilibrar a profissão com a vida pessoal. Tive uma oportunidade de ir para o Rio de Janeiro, mas eu estava noiva e decidi ficar. Me orgulho muito disso. Casei, tive três filhos e sempre consegui conciliar esses diferentes lados da vida.”

Para se manter tão ativa até hoje, a Dra. Nilza faz pilates e procura ter uma alimentação saudável. “Cuido muito da minha saúde. Fiquei esbelta depois de velha, você acredita? Apesar de não ser muito tecnológica – não sei nem mexer nesse negócio de whatsapp direito, tenho meu consultório e acredito que o mais importante no exercício da medicina é atender todos os pacientes com o mesmo carinho e atenção. Fico emocionada que os meus alunos também aprenderam isso e hoje eles são os meus médicos.”, contou.  

Crédito da foto: Paulo Lúcio

Remoção da aeromédica transforma a vida de pai e filho

Acácio da Fonseca e sua esposa, Clara Gonçalves, estavam em Silvianópolis, MG, quando o filho deles começou a dar sinais de que iria nascer longe de casa, com um mês de antecedência. O receio dos pais se transformou em um problema real quando eles perceberam que o hospital de Silvianópolis não teria condições de tratar o filho deles.  Ao aspirar água do parto, Gabriel teve uma infecção no pulmão e precisava ser levado até uma UTI infantil com urgência. No entanto, a UTI infantil mais próxima ficava em Poços de Caldas e para chegar até lá, eram cento e cinquenta quilômetros na estrada.

Acácio percebeu que provavelmente aquele seria o momento mais desafiador de sua história. A vida de Gabriel estava em risco e ele não estava disposto a perdê-lo: “Quando descobri que teria um filho, foi uma alegria infinita. Compartilhei a novidade com todo mundo. Só não coloquei na televisão e no rádio porque não tinha como.”

Acácio estava angustiado, com muitas dúvidas sobre o que fazer quando entrou em contato com o atendimento de urgência da Unimed.

“Eu queria pedir uma ambulância para resgate, mas a Marisa, responsável pelo atendimento na Aeromédica, me disse que devido a situação da criança e as condições da estrada, seria necessário um remoção por via aérea. Eu nem sabia como isso funcionava. Fiquei sem chão. Para realizar a remoção, foram envolvidos mais de vinte profissionais. A Marisa fez tudo com uma sincronia perfeita. Ela faz parte da minha história e, agora, já somos amigos há dezesseis anos.”.

Ao chegarem em Poços de Caldas, Gabriel foi tratado e ficou três dias na UTI antes de ir para o quarto. E é claro que depois de toda essa aventura, Acácio não perdeu mais um minuto ao lado de seu filho: “Eu tirei licença do trabalho e fiquei com ele todos os dias no quarto. No primeiro dia, eu reparei como a enfermeira dava banho nele. No segundo dia, eu mesmo fiz tudo. Quando a enfermeira voltou, eu já estava dando a mamadeira para o Gabriel. Ninguém acreditou. Eu fiquei famoso no hospital.”

Hoje, Gabriel está com dezesseis anos e a sua conexão com o pai continua inspirando as pessoas. Já jogaram muito futebol, pescaram, passaram os finais de semana no sítio… tornaram-se melhores amigos. E, claro, Acácio se emociona com o dia da remoção do filho até hoje: “Sempre que conto essa história meus olhos se enchem de água, minha voz falha, é como se estivesse revivendo o momento”. Talvez, inspirado pela própria história, hoje, Gabriel, que está cursando o segundo ano do ensino médio, sonha em ser médico. Acácio ficou orgulhoso com a decisão e, sobretudo, com quem o filho está se tornando: “Eu consegui criar um filho que é uma pessoa boa, que vai melhorar a vida de muita gente, assim como meus pais fizeram comigo.”

Casal do programa Idoso Bem Cuidado é inspiração para quem quer continuar aproveitando a vida na terceira idade

Ana Maria Silva e Joaquim Reinaldo Araújo são casados há 43 anos e a chegada da terceira idade não diminuiu o ânimo do casal, que nos ensinou lições valiosas. Bióloga de formação, Ana Maria hoje tem 63 anos e trabalhou como professora enquanto seu marido, hoje com 72, exercia a função de bancário. Em 2013, os dois decidiram que era o momento de ter uma vida mais tranquila e aproveitar a recém conquistada aposentadoria. Mas quem pensa que desde então eles passam todos dias de pernas para o ar está muito enganado. Participantes do programa Idoso Bem Cuidado, da Unimed, eles fazem de tudo para se manterem em forma, fisicamente e mentalmente.

“Eu nunca imaginei que um programa pudesse atender tanto às nossas necessidades. No Idoso Bem Cuidado, a gente pratica exercícios físicos para a terceira idade, joga palavras cruzadas, que ajuda muito na memória, participa do bingo e das festas de datas comemorativas, como festa junina e carnaval. Conhecemos muita gente! Gente que antes era desconhecida e hoje virou da família, sabe?”, nos contou Ana.  

Manter-se com a saúde boa foi a maneira que o casal encontrou para continuar aproveitando a vida: “Queremos estar em forma para viajar, porque não há coisa melhor. Recentemente, fomos para Vila Velha por uma empresa que começamos a trabalhar. Você acredita que começamos a trabalhar na empresa há cinco meses? Queremos ficar bem espertinhos para continuar alcançando as metas da empresa e viajar ainda mais.”

Nós ficamos encantados com a parceria desse casal e com o quanto eles estão aproveitando a vida na terceira idade. E é claro que eles deixaram algumas dicas para os jovens envelhecerem bem: “Tem que manter uma dieta saudável, fumar nem pensar e tentar não beber muito. Para um relacionamento duradouro assim? Menina, tem que amar muito, ser compreensivo, paciente e principalmente ter diálogo.”

Sonho de trabalhar com comunicação motiva jovem com deficiência

Com um nascimento prematuro, aos seis meses de gestação, Johnatha Ferreira ficou internado durante três meses sem nenhuma perspectiva de vida e se mostrou um guerreiro desde os primeiros instantes da sua história. Diagnosticado com Paralisia Cerebral Espástica e Hidrocefalia, Johnatha é atendido pela Unimed desde que nasceu e faz fisioterapia no Núcleo de Atenção à Saúde da Unimed Sudoeste de Minas há 3 anos. “Comecei a fisioterapia com um ano de idade e faço até hoje, aos 24. Durante muito tempo, o meu maior desafio foi o controle do tronco. Eu ficava tombando para os lados. Há 2 anos e 3 meses, consegui ter uma evolução muito significativa no tratamento com a minha fisioterapeuta, Adrielle Ronca. Hoje, consigo me manter equilibrado.”

Para além das conquistas no tratamento, Johnatha também se empenha em outras áreas. Estudou no Colégio São Francisco, em Passos, MG,  se formou como Técnico de Segurança do Trabalho e deseja ser um excelente profissional da área de comunicação.

“Eu amo comunicação desde criança. Um dos meus sonhos é apresentar um programa de rádio ou trabalhar na televisão. Gostaria de representar Guaranésia, minha terra natal, no cenário nacional e de lutar pelos direitos das pessoas com deficiência e da população carente. Acho que isso é um dos objetivos que mais me motiva atualmente.”

Para enfrentar os obstáculos que aparecem no caminho, Johnatha conta principalmente com o apoio da família e da fisioterapeuta. Também enxerga na Unimed uma grande aliada, “Sempre fui atendido com muito carinho pela Unimed. A minha história faz muito sucesso por aí.” Apesar de tão jovem, Johnatha aprendeu muitas lições sobre como superar obstáculos: “Temos que ter muita fé e não podemos abaixar a cabeça. Cada um de nós tem uma luta a ser vencida, só que de formas diferentes. Eu, por exemplo, nunca trabalhei, mas estou em busca de novos desafios. Já passou da hora de dar os meus pulos sozinho. Se souber de alguma vaga para pessoas com deficiência, me avise ou me indique? Estou em busca de uma oportunidade e seria um prazer trabalhar na Unimed em todo o Brasil!” Johnatha certamente faz muito sucesso por aqui e já faz parte da história de várias pessoas da equipe.


Movidos pelo companheirismo, mãe e filho transformam obstáculos em uma grande aventura

O amanhã é imprevisível. Algumas vezes, traz histórias que mudam a nossa vida para sempre. Foi assim com a Zilda e o Matheus, mãe e filho.  Aos 63 anos, Zilda sofreu um atropelamento. Menos de um ano depois, teve um câncer seguido de um AVC, que comprometeu seriamente a sua capacidade motora. “Eu tinha acabado de me formar e não sei de onde tirei forças para cuidar da minha mãe.”, contou Matheus, de 31 anos, que vive sozinho com Zilda desde os seis.

Com o acidente e as doenças, Matheus e Zilda começaram a buscar novas motivações. Uma das ideias foi entrar para o atletismo e, movidos por esse sonho, Matheus comprou um triciclo adaptado para a mãe. Por sorte ou destino, ele fazia academia no mesmo lugar de um profissional de marketing da Unimed, o Edson. Quando se conheceram, não houve dúvida de que aquela história se transformaria em uma parceria.

Desde então, a Unimed de São Sebastião do Paraíso oferece ajuda financeira com transporte, alimentação e inscrições para que eles possam participar de provas de corrida. Além disso, Zilda também recebe a visita periódica de um médico, uma enfermeira, um fisioterapeuta e uma nutricionista.

“A Unimed fez mais do que patrocinar as nossas corridas. As pessoas da equipe cuidam muito da minha mãe. Elas trazem palavras que não estão no contrato, como amor e carinho.”, contou Matheus.

Registro fotográfico da Corrida Unimed, realizada no dia 24 de junho de 2018, em Guaxupé, Minas Gerais.

Os dois também sonham em ter uma moto adaptada para viajarem por todo o Brasil e, claro, entrar mais uma vez no mar.

“Os maiores sonhos também são pequenos, como tomar sorvete na praça ou ficar deitado na cama ao lado da minha mãe dando risada. Cada momento é um sonho realizado. Quem tem esse tipo de amizade sabe do que eu estou falando.”, lembrou o filho de Zilda.

Matheus disse que se tornou mais forte depois de tantas aventuras e que adora compartilhar o que viveu e inspirar outras pessoas. “Eu?! Aprendi a ser mais humana e a dar mais amor para quem precisa.”, contou Zilda.

Realidade virtual transforma exames em sinônimo de diversão para as crianças

Quem tem medo de agulha? Se até para os adultos é comum sentir o coração bater mais rápido no momento de tomar uma injeção ou fazer um exame de sangue, imagine para as crianças. Entrar no laboratório sem chorar é praticamente uma missão impossível. Foi pensando no conforto e tranquilidade das crianças que a Unimed Três Vales resolveu mudar o final dessa história e adotou a realidade virtual como forma de tornar o momento do exame menos sofrido e, até mesmo, sinônimo de diversão para as crianças.

A experiência começa quando, ao entrar no laboratório da Unimed, a criança coloca os óculos de realidade virtual. A partir de um sistema computacional, os óculos criam um ambiente simulado com efeitos visuais, sonoros e táteis que ajudam na imersão da criança em uma história fantástica. Acompanhando o roteiro nesse universo mágico, a criança esquece do medo da agulha e o exame pode ser feito com tranquilidade, muitas vezes, sem que ela nem mesmo perceba que já acabou.

“Eu estava em um desenho sobre o espaço e tinha que fugir pela rota certa”, contou João Pedro Apolinário, 9 anos, que já participou do atendimento. “A história me ajudou a ficar com menos medo. Eu adorei a última parte que tinha que acionar um raio laser!”, lembrou.

A iniciativa também facilita a vida dos pais que não precisam mais se preocupar em distrair as crianças no momento da agulhada ou mesmo se esforçar para convencê-las a ir até o hospital.

“Como mãe, a gente fica muito satisfeita porque toda vez que a criança vai tirar sangue ou fazer qualquer tipo de exame, eles ficam nervosos e choram. Quando o João Pedro chegou em casa todo animado contando para os irmãos da história e dos óculos de realidade virtual, eles ficaram com vontade de participar da experiência. Foi muito bacana”, contou Macine, mãe de Pedro.

Desde que o sistema de realidade virtual foi inaugurado no laboratório de Três Vales, os exames de sangue se tornaram muito mais divertidos e estão conquistando não só os pequenos. Já tem muito adulto com vontade de viver essa experiência e, de quebra, driblar o seu medo também.

Assista a um trecho do vídeo que as crianças vivenciam no momento do exame:

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